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revista/normas editoriais

Revista Educação, Ensino & Pesquisa

v. 01, n. 1 (2018)

NORMAS EDITORIAIS

FORMATO OFICIAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS:

TÌTULO FONTE ARIAL 14pt, EM MAÍUSCULA E NEGRITO, ESPAÇO 1,5 E CENTRALIZADO, SEM ITÁLICO

 

Nome do Primeiro Autor* (fonte Arial 12pt, normal, espaço simples)

SIGLA - Instituição, Departamento e/ou setor (fonte Arial 10pt, normal, espaço simples)

e-mail1@provedor.br

Nome do Segundo Autor (fonte Arial 12pt, normal, espaço simples)

SIGLA - Instituição, Departamento e/ou setor (fonte Arial 10pt, normal, espaço simples)

e-mail2@provedor.br

Nome do Terceiro Autor ou Orientador (fonte Arial 12pt, normal, espaço simples)

SIGLA - Instituição, Departamento e/ou setor (fonte Arial 10pt, normal, espaço simples)

e-mail2@provedor.br

 

RESUMO

Elemento obrigatório. Deve apresentar de forma concisa, os objetivos, a metodologia e os resultados alcançados. Sequencia de frases concisas, afirmativas e não a enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único. Usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. Deve conter entre 100 e 250 palavras. Abaixo do resumo devem constar as palavras-chave ou descritores conforme a NBR 6028. Evite o uso de símbolos e contrações que não sejam de uso corrente e de formulas, equações diagramas e etc., que não sejam absolutamente necessários.

 Palavras-chaves: Artigo científico. Normalização. Pesquisa.

  

Título do artigo: subtítulo (se houver) em língua estrangeira

 

Abstract

Elementos obrigatório, versão do resumo na língua do texto, para o idioma de divulgação internacional, com as mesmas características (em inglês Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumé, por exemplo)

 

Palavras-chave em língua estrangeira: Keywords. Palabras clave. Mots-clés.

 

1 INTRODUÇÃO

Na introdução do trabalho deve constar a definição do tema em linhas gerais, a delimitação do assunto estudado, o estabelecimento dos objetivos gerais e específicos, a apresentação da justificativa para a escolha do tema, a apresentação da metodologia e a indicação da organização do trabalho, ou seja, das partes que o compõem.

O texto do trabalho deve ser digitado com espaço entre as linhas de 1,5 (um e meio). Para as citações longas, notas de rodapé, referências, legenda das ilustrações e das tabelas, natureza (tipo de trabalho, objetivo, nome da instituição e área de concentração), o espaço entre as linhas deve ser simples.

De acordo com ABNT artigo científico “é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003a, p. 2).

 

2 DESENVOLVIMENTO

Parte principal do artigo, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Divide-se em seções e subseções, conforme a NBR 6024, que variam em função da abordagem do tema e do método.

 

2.1...

 

2.1.1...

 

2.1.2...

 

2.1.2.1...

 

2.1.2.2...

 

2.1.2.3...

 

3 FORMATAÇÃO DE ILUSTRAÇÃO

 

Sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda explicativa. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor). A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere (ABNT, 2011).

 

 Figura 1 – Exemplo de figura

Fonte: IBGE (2013)

 

4 FORMATAÇÃO DE TABELAS

 

De acordo com as Normas de Apresentação Tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993), tabela é uma forma de apresentação de dados numéricos, que possui a seguinte estrutura:

 

a) Identificação da tabela;

b) Elementos da tabela.

 

Agora um exemplo de tabela:

 

 

 Para construir uma tabela consulte a norma para apresentação tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993).

 

5 INDICATIVO DE SEÇÃO

O indicativo de seção precede o título, alinhado à esquerda, dele separado por um espaço de caractere.

 

6 FONTE

Conforme a NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011) deve-se usar a fonte 12 para o texto e para as referências. Para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usar tamanho menor, sugerimos tamanho 10. Neste modelo foi utilizado a fonte “Arial”.

 

7 CONCLUSÃO

Parte final do artigo, na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses.

 

Nota(s) explicativa(s)

 

A numeração das notas explicativas é feita em algarismo arábico, devendo ser única e consecutiva para cada artigo. Não se inicia a numeração a cada página.

 

Exemplos:

 

1 Primeira nota

2 Segunda nota.

3 Terceira nota.

 

REFERÊNCIAS

 

Indicar aqui todas as referências que foram citadas ao longo do artigo. Seguir as regras para elaboração de referências descritas na seção 9 do “Manual de Normalização de Trabalhos Acadêmicos: conforme normas da ABNT” da Unipampa.

      Seguem abaixo alguns modelos mais frequentes de referências:

 

ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 jan. 2002, 16:30:30.

 

BAILONA, Baltazar Agenor et al. Análise de tensões em tubulações industriais: para engenheiros e projetistas. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

 

BRASIL. Decreto-lei nº 2.481, de 3 de outubro de 1988. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 126, n. 190, 4 out. 1988. Seção 1, parte 1, p. 19291-19292.

 

CASSOL, Glória Barbosa. Assessoria no Centro de Educação da UFSM: uma atividade dispensável?. In: SILVEIRA, Ada Cristina Machado da (Org.). Práticas, identidade e memória: 30 anos de Relações Públicas na UFSM. Santa Maria: FACOS-UFSM, 2003. p. 183-190.

 

CONJUNTURA ECONÔMICA. Rio de Janeiro: FGV, v. 38, n. 9, set. 1984.

 

FERREIRA, Paulo Henrique de Oliveira. O jornalismo on line. Revista de Estudos de Jornalismo, Campinas, v. 6, n. 1, p. 65-77, jan./jun. 2003.

 

JONACK, Marco Antonio; MURTA, Cristina Duarte. Limite de capacidade e proteção se servidores em redes gigabit. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 2006, Curitiba. Anais... Curitiba: Sociedade Brasileira de Computação, 2006. p. 179-194.

 

RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

 

SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível em: <http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 nov. 1998.

 

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www. propesq. ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

 

SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. São Paulo: Cortez, 2009. 1 CD-ROM.

 

 

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